Bastardos Inglórios + PAPAi e FIFIlho – #8

As pessoas falam um monte de coisas sobre o destino, sobre as coisas estarem escritas, sobre as coisas terem o jeito delas de ser e esse jeito ser misterioso e confuso. Às vezes, parece que o destino conspira, coisas acontecem bem quando estávamos desistindo, ou mudando de idéia sobre sei lá o que.

Primeiro de tudo, agora temos um domínio “.com.br”, mais um passo dado rumo a dominação mundial, daqui há pouco vou até parecer um profissional hahaha. Esses dias minha cabeça tem tido muitas idéias e muitos projetos tem nascido. Eu tenho conversado também com bastante gente, inclusive eu não posso esquecer de mandar um obrigado pro Ezequiel do Dingoo BR, que me ajudou com as coisas do domínio e outras coisas.

É engraçado como as pessoas nem fazem idéia que uma coisa que é simples pra elas por ter um significado enorme pra outra pessoa. É ainda mais engraçado como essas pequenas coisas que as pessoas fazem ou dizem tão “inocentemente”, não muito raro, são o que faz a diferença no final. O futuro é promissor e inspirado, o mundo que se prepare hahaha.

Análise: Bastardos Inglórios

Ontem fui assistir o mais novo filme do senhor Quentin Tarantino. Sozinho, claro, como eu sou chato pra caralho ninguém quer ir comigo. Sentei. Esperei. O filme começou. “Bastardos Inglórios”. 153 minutos depois eu estava sentindo aquilo que agente sente quando gosta de um filme de uma maneira que não esperava gostar.

Se você nunca ouviu falar desse filme, trata-se de uma história que se passa durante a Segunda Guerra Mundial, dividia em capítulos e cheia de personagens carismáticos com atores que você nem fazia idéia que poderiam atuar tão bem. A historia conta basicamente sobre um grupo de soldados de resistência e como eles estão envolvidos numa missão que tem como objetivo matar os quatro maiores líderes nazistas colocando um fim na guerra. E eu não quero falar muito mais sobre a história, porque acho que você vai se divertir mais se não souber mais detalhes.

O estilo de cinema do Quentin Tarantino não é um estilo que agrada a todo mundo. São takes estáticos e densos, que dão um grande destaque aos diálogos, a fotografia, a iluminação, a sensação visual que o todo passa em cada cena. Existem também momentos mais dinâmicos envolvidos com músicas muito bem selecionadas que criam mesmo uma atmosfera.

Esse estilo pode parecer muito parado pra muitas pessoas. Gostar ou odiar depende de você se interessar pelos personagens, pelos conflitos, pelas coisas que eles dizem e pra onde aquela história vai. Eu acredito que seja por isso que algumas pessoas não gostam apenas de alguns dos filmes do Tarantino, mas não de todos eles.

Se pra você um filme sobre a Segunda Guerra Mundial tem que ter coisas explodindo, tiros, tanques e gente gritando “Thomaaaaaaaaaaaaas!, Nãããããããããããããããããããão!”, acho que você não vai gostar muito desse filme. E você não deve esperar também por algo como “O resgate do Soldado Ryan”, esse não é esse tipo de filme. É sobre a guerra, mas é do Tarantino. Se você gosta dessa atmosfera da Segunda Guerra e dos conflitos e historias dessa época você vai se divertir com esse filme. E finalmente, se você é um fã do Tarantino vai ver sem medo o que na minha opinião pode acabar sendo o melhor filme dele até hoje.

Eu gostei do filme e da maneira que ele foi concebido, mas não consigo evitar de dizer que se fosse uma série, com cada um dos capítulos sendo um episódio, a chance de que mais pessoas gostassem seria grande. Ou não, quem sabe?

Por hora é isso. Até.

– Sabe, seu moço, nem eu me lembrava que podia atuar tão bem.

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